A Praça da Juventude é um projeto destinado a comunidades situadas em espaços urbanos com reduzido ou nenhum acesso a equipamentos públicos de esporte e lazer que alia saúde, bem-estar e qualidade de vida a atividades sócio-educativas diversificadas. Atividades que, além de democratizarem o acesso ao esporte e ao lazer, incentivam a inclusão digital e a produção cultural e científica, constituindo-se em um amplo espaço de convivência comunitária. Na prática, uma área sete mil m² com um grande ginásio poliesportivo que, em funcionamento pleno, oferecerá um novo gás à população, possibilitando reconhecerem-se como cidadãos de direitos e deveres no exercício legítimo e diário de sua cidadania. Concebido pelo Ministério do Esporte e implementado em parceria com o Ministério da Justiça, o projeto abre o placar para uma nova fase na concepção da infraestrutura esportiva. Isso porque, desde a criação, em 2003, o Ministério do Esporte vem consolidando e ampliando sua atuação como principal agente de planejamento, formulação e implantação de políticas públicas para o setor no país. Em sua pauta, três objetivos prioritários: 1. Garantir à população brasileira o acesso gratuito às práticas esportivas; 2. Utilizar, sistematicamente, o esporte e o lazer como fatores de melhoria da qualidade de vida e de inclusão social; 3. Introduzir, de forma sistemática e regular, o esporte e o lazer na promoção do desenvolvimento humano em todos os segmentos sociais. Estrutura da Praça Cada unidade do projeto Praça da Juventude prevê a construção de ginásio poliesportivo coberto, cuja infra-estrutura completa, conforme Memorial Descritivo, apresenta-se em módulos divididos em: 1. Pista para salto triplo 2. Pista para salto à distância 3. Pista para caminhadas 4. Quadra de vôlei de praia 5. Área de exercícios 6. Campo de futebol society 7. Pista para skate 8. Teatro de arena 9. Centro de convivência da terceira idade, com sala de ginástica 10. Quiosque de alimentação 11. Vestiários 12. Arquibancadas 13. Bebedouros 14. Grama natural/sintética 15. Sanitários com acesso para portadores de deficiência 16. Sistema de iluminação específico para cada pista 17. Paisagismo 18. Quem Pode Participar? 19. 20. Prefeituras e governos estaduais estão convidados a participar! Para isso, o gestor deve entrar em contato com a Gerência do Projeto. 21. A propriedade do terreno deve ser do ente que firmará o contrato para execução da obra, ou seja, da prefeitura ou governo do estado, que precisa estar de posse da certidão do terreno. O terreno deve estar nivelado/plano de preferência. Para facilitar a avaliação, é interessante juntar fotos do terreno ao requerimento. 22. O recurso para execução da obra pode ser obtido de três formas: dotação própria do Ministério do Esporte, recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Pronasci, emendas parlamentares. A contrapartida é a mesma prevista em lei para qualquer repasse de obra de infra-estrutura e varia de acordo com a região. Há possibilidade de realizar a construção em etapas, desde que já na primeira fase a obra apresente funcionalidade.
terça-feira, 4 de maio de 2010
PRAÇA DA JUVENTUDE
A Praça da Juventude é um projeto destinado a comunidades situadas em espaços urbanos com reduzido ou nenhum acesso a equipamentos públicos de esporte e lazer que alia saúde, bem-estar e qualidade de vida a atividades sócio-educativas diversificadas. Atividades que, além de democratizarem o acesso ao esporte e ao lazer, incentivam a inclusão digital e a produção cultural e científica, constituindo-se em um amplo espaço de convivência comunitária. Na prática, uma área sete mil m² com um grande ginásio poliesportivo que, em funcionamento pleno, oferecerá um novo gás à população, possibilitando reconhecerem-se como cidadãos de direitos e deveres no exercício legítimo e diário de sua cidadania. Concebido pelo Ministério do Esporte e implementado em parceria com o Ministério da Justiça, o projeto abre o placar para uma nova fase na concepção da infraestrutura esportiva. Isso porque, desde a criação, em 2003, o Ministério do Esporte vem consolidando e ampliando sua atuação como principal agente de planejamento, formulação e implantação de políticas públicas para o setor no país. Em sua pauta, três objetivos prioritários: 1. Garantir à população brasileira o acesso gratuito às práticas esportivas; 2. Utilizar, sistematicamente, o esporte e o lazer como fatores de melhoria da qualidade de vida e de inclusão social; 3. Introduzir, de forma sistemática e regular, o esporte e o lazer na promoção do desenvolvimento humano em todos os segmentos sociais. Estrutura da Praça Cada unidade do projeto Praça da Juventude prevê a construção de ginásio poliesportivo coberto, cuja infra-estrutura completa, conforme Memorial Descritivo, apresenta-se em módulos divididos em: 1. Pista para salto triplo 2. Pista para salto à distância 3. Pista para caminhadas 4. Quadra de vôlei de praia 5. Área de exercícios 6. Campo de futebol society 7. Pista para skate 8. Teatro de arena 9. Centro de convivência da terceira idade, com sala de ginástica 10. Quiosque de alimentação 11. Vestiários 12. Arquibancadas 13. Bebedouros 14. Grama natural/sintética 15. Sanitários com acesso para portadores de deficiência 16. Sistema de iluminação específico para cada pista 17. Paisagismo 18. Quem Pode Participar? 19. 20. Prefeituras e governos estaduais estão convidados a participar! Para isso, o gestor deve entrar em contato com a Gerência do Projeto. 21. A propriedade do terreno deve ser do ente que firmará o contrato para execução da obra, ou seja, da prefeitura ou governo do estado, que precisa estar de posse da certidão do terreno. O terreno deve estar nivelado/plano de preferência. Para facilitar a avaliação, é interessante juntar fotos do terreno ao requerimento. 22. O recurso para execução da obra pode ser obtido de três formas: dotação própria do Ministério do Esporte, recursos do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania, o Pronasci, emendas parlamentares. A contrapartida é a mesma prevista em lei para qualquer repasse de obra de infra-estrutura e varia de acordo com a região. Há possibilidade de realizar a construção em etapas, desde que já na primeira fase a obra apresente funcionalidade.
III CONFERÊNCIA ESTADUAL DE ESPORTE

A ASCCA está participando com 03 delegados da III Conferência Estadual de Esporte que está reunindo mais de 700 pessoas de 60 municípios do Pará
Nos dias 03, 04 e 05 de maio, no Auditório Benedito Nunes, Centro de Convenções da Universidade Federal do Pará. A conferência tem por objetivo discutir o Plano Decenal para o Esporte e Lazer para o Brasil, aprovar uma carta de princípios e diretrizes para o esporte do Pará. Além disso os participantes vão eleger os 50 delegados (as) que o estado tem direito para a etapa nacional da III Conferência que acontecerá de 3 a 6 de junho em Brasília.
O tema da conferência é o Plano decenal do esporte e Lazer – 10 pontos em 10 anos para se projetar o Brasil entre os 10 mais.
O Plano Decenal para o Esporte e Lazer do Brasil é composto por 10 linhas estratégicas, são elas: O Sistema Nacional de Esporte e Lazer; Formação e Valorização Profissional, Esporte, Lazer e Educação, Esporte, Saúde e Qualidade de Vida, Ciência, Tecnologia, e Inovação, Esporte de alto rendimento, Futebol Esporte de Alto Rendimento, Financiamento do Esporte, Infraestrutura esportiva, e Esporte e Economia. Cada linha desta pode possuir até dez ações e, cada ação, até quatro metas.
Desta forma, o Conselho Nacional do Esporte apresenta o texto básico para ser discutido pela sociedade para que esta possa opinar sobre os pontos e prioridades para o esporte e lazer brasileiro nos próximos 10 anos.
Financiamento- Entre as propostas que devem ser aprovadas na Conferência Nacional é o financiamento para materializar as políticas públicas de desenvolvimento através da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE). Nesta, 2% do orçamento da geral da união será destinado ao esporte, enquanto que do estado será descontado 1,5% e do município ½ %. Será uma forma de incentivar que a qualificação de profissionais, construção de áreas de esporte e lazer, assim como estruturar da melhor forma tudo que esteja relacionado a prática esportiva.
As Olimpíadas e Paraolimpíadas em 2016, a Copa do Mundo, em 2014, as, a Copa das Confederações, em 2013 e os Jogos Mundiais Militares em 2011, podem além de serem grandes eventos, deixar um importante legado para todas as áreas do esporte. Sendo este um bom momento para aproveitar esta boa herança e construir uma perspectiva positiva e democrática para esta década.
Desta forma a Secretaria de Estado Esporte e Lazer (SEEL-PA) aponta a construção da III Conferência Estadual como prioridade de sua ação neste primeiro semestre, convocando os mais diversos setores da sociedade a debater os rumos da área no Pará.
Estão confirmadas a presença do , Secretário Executivo do Ministério do Esporte, Valdemar Souza, da Governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, além do Secretário de Estado de Esporte e Lazer, Leandro Schilipake. Atletas renomados do Estado do Pará que brilham também no esporte nacional como Dayse Silva, a única atleta paraense do boliche a compor a seleção Brasileira, o paraatleta Alan Fonteles, e outros.
Programação:
ABERTURA:
DIA: 3
HORÁRIO: 18H
LOCAL: CENTRO DE CONVENÇÕES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (Próximo ao Prédio da Reitoria- entrada pelo pórtico 2)
CONTATO: Alan Frick (91) 91452862 E Ketno Lucas (91) 81857807
03 DE MAIO DE 2010
16:00h - início do credenciamento
18:00h - abertura da III Conferência Estadual do Esporte
20:00h – Atração Cultural
20:30h – Coquetel de Confraternização
04 DE MAIO DE 2010
9:00h – debate sobre as teses
11:00h – início da discussão sobre as linhas estratégicas e a Carta de Princípios e Diretrizes da Política Estadual do Esporte do Para
12:30h – Almoço
14:00h – reinício dos Grupos de discussão
17:30h – fim dos trabalhos dos grupos de discussão
05 DE MAIO 2010
9:00h – Plenária Final- Deliberação sobre as propostas
12:30h – Almoço
14:00h - Reinício da Plenária Final- eleição de delegados
quinta-feira, 29 de abril de 2010
DESEMPREGO TEM MENOR TAXA DESDE 2002
Março tem menor taxa de desemprego desde 2002
População desocupada somou 1,8 milhão, em seis capitais brasileiras, segundo o IBGEO número de trabalhadores desempregados em março deste ano ficou praticamente estável em relação a fevereiro, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (29). A taxa foi de 7,4% em fevereiro para 7,6% em março, mas ainda assim é a menor desde 2002, quando o instituto iniciou a pesquisa.
Em março do ano passado, o desemprego estava em 9%, mostrou a PME (Pesquisa Mensal do Emprego), que analisa a situação do emprego em seis regiões metropolitanas brasileiras (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre).
A população desocupada somou 1,8 milhão, o que mostra estabilidade na comparação mensal e queda anual de 14,1%. A população ocupada foi para 21,7 milhões – alta de 3,8% no ano, resultado da criação de 796 mil postos de trabalho. O número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 10 milhões (alta de 7,2% no ano).
Regionalmente, em relação a fevereiro, a população desocupada cresceu no Rio de Janeiro (13,4%) e em Porto Alegre (17,5%). Na análise anual, houve quedas em Recife (-19,7%) e em São Paulo (-22,5%).
Ocupações
Em março de 2010, a população ocupada (21,7 milhões) no total das seis regiões investigadas manteve-se estável perante fevereiro e cresceu 3,8% no ano (mais 796 mil postos de trabalho abertos no período).
Na comparação com fevereiro, o emprego cresceu somente no setor de serviços, alta de 2,9%. Em relação a março do ano passado, houve altas em três setores: Construção (10,6%), Serviços prestados as empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (7,9%) e Outros serviços (5,6%).
O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada nas empresas privadas (10 milhões) ficou estável na comparação mensal e cresceu 7,2% no ano (ou mais 668 mil postos de trabalho com carteira assinada).
Em março deste ano, o percentual de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado em relação ao conjunto da população ocupada era de 46%.
Rendimento
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores subiu 0,4% entre fevereiro e março, para R$ 1.413,40. Por posição na ocupação, em relação a fevereiro, houve altas para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (0,8%) e para os trabalhadores por conta própria (0,6%). Houve quedas para os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (-0,6%) e para os militares ou funcionários públicos (-1,0%).
segunda-feira, 26 de abril de 2010
CINE + CULTURA - OFICINA DE CAPACITAÇÃO

A ASSOCIAÇÃO CASA DA CULTURA ANANIN - ASCCA indicou 2 (duas) pessoas para participar da Oficina de Capacitação Cineclubista a ser realizada em Belém, de 09 a 15 de maio de 2010.
A Oficina tem por objetivo formar monitores para operarem os equipamentos de audio visual que serão fornecidos pelo ministério da cultura.
Os indicados pela ASCCA são Eduardo Alan Leal, locultor Publicitário e Tesoureiro da ONG. e Ademilton Abreu Miranda, comerciário e presidente da Ass. de Moradores da comunidade João Paulo II no curuçambá.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
BRASILIA 50 ANOS
terça-feira, 20 de abril de 2010
BELO MONTE.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, deve decidir nesta terça-feira (20) o futuro do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará. A disputa, que decidirá o consórcio responsável pela construção da usina, estava marcada para esta terça, mas foi suspensa por decisão da Justiça Federal do Pará.
Desde a semana passada, o leilão é alvo de um imbróglio jurídico. O Ministério Público Federal do Pará entrou com duas ações civis públicas na tentativa de barrar a disputa. No primeiro processo, o leilão chegou a ser suspenso, mas acabou confirmado na sexta-feira (16). Na segunda-feira (19), voltou a ser suspenso.
No processo que o TRF deve analisar nesta terça, a Justiça Federal suspendeu o leilão alegando suspeição sobre a licença ambiental concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A Advocacia Geral da União recorreu. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pelo leilão, aguarda decisão da Justiça para definir se a disputa acontece ainda nesta terça ou se será remarcada.
A obra, uma das vitrines do governo federal, é alvo de contestações por parte de moradores locais, especialistas e entidades nacionais e internacionais. São alvos de crítica a viabilidade econômica da obra, o impacto para comunidades indígenas e a possibilidade de seca em parte do rio.
O governo, no entanto, diz que os índios não serão afetados e afirma que a obra é fundamental para garantir o abastecimento de energia elétrica nos próximos anos.
Belo Monte será a segunda maior usina do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal - há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. Trata-se da segunda maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras do governo Lula.
O líder indígena Luiz Xipaia, de Altamira, cidade que será sede administrativa da obra, afirmou que os indígenas planejam acampar no local onde será construída a barragem caso o governo dê prosseguimento ao projeto de Belo Monte. "Está claro o desrespeito dos governantes com os povos indígenas. Um grupo de 150 índios vai acampar em definitivo e outros povos podem se juntar. [...] Esperamos atrair os olhares para nossa região com mais firmeza. Nosso projeto é barrar o projeto de uma vez por todas."Justiça decide nesta terça se mantém leilão de Belo Monte
MP pediu suspensão e Justiça Federal do Pará concedeu.
Agora, TRF analisa pedido da AGU sobre se mantém disputa pela usina.
Desde a semana passada, o leilão é alvo de um imbróglio jurídico. O Ministério Público Federal do Pará entrou com duas ações civis públicas na tentativa de barrar a disputa. No primeiro processo, o leilão chegou a ser suspenso, mas acabou confirmado na sexta-feira (16). Na segunda-feira (19), voltou a ser suspenso.
No processo que o TRF deve analisar nesta terça, a Justiça Federal suspendeu o leilão alegando suspeição sobre a licença ambiental concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama). A Advocacia Geral da União recorreu. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pelo leilão, aguarda decisão da Justiça para definir se a disputa acontece ainda nesta terça ou se será remarcada.
A obra, uma das vitrines do governo federal, é alvo de contestações por parte de moradores locais, especialistas e entidades nacionais e internacionais. São alvos de crítica a viabilidade econômica da obra, o impacto para comunidades indígenas e a possibilidade de seca em parte do rio.
O governo, no entanto, diz que os índios não serão afetados e afirma que a obra é fundamental para garantir o abastecimento de energia elétrica nos próximos anos.
Belo Monte será a segunda maior usina do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal - há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. Trata-se da segunda maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma das principais bandeiras do governo Lula.
O líder indígena Luiz Xipaia, de Altamira, cidade que será sede administrativa da obra, afirmou que os indígenas planejam acampar no local onde será construída a barragem caso o governo dê prosseguimento ao projeto de Belo Monte. "Está claro o desrespeito dos governantes com os povos indígenas. Um grupo de 150 índios vai acampar em definitivo e outros povos podem se juntar. [...] Esperamos atrair os olhares para nossa região com mais firmeza. Nosso projeto é barrar o projeto de uma vez por todas."Justiça decide nesta terça se mantém leilão de Belo Monte
MP pediu suspensão e Justiça Federal do Pará concedeu.
Agora, TRF analisa pedido da AGU sobre se mantém disputa pela usina.
sexta-feira, 16 de abril de 2010

Já chega 253 o número de mortos em decorrência das chuvas que castigaram o estado do Rio, segundo o Corpo de Bombeiros. O município mais atingido foi Niterói, na Região Metropolitana do Rio, que já registra 167 vítimas fatais. Desse total, 45 morreram no deslizamento no Morro do Bumba.
No Rio, são 66 vítimas, sendo 30 no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, no Centro. Em São Gonçalo, também na Região Metropolitana, são 16 mortos.De acordo com os bombeiros, também foram registradas vítimas fatais em Magé, Nilópolis, na Baixada Fluminense, Engenheiro Paulo de Frontin, no Centro Sul do estado, e em Petrópolis, Região Serrana.
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