Presidente defendeu a construção das usinas de Jirau e Belo Monte.
Segundo ele, é possível fazer hidrelétricas sem grande desmatamento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (15) que "o Brasil não vai abrir mão de ser autossuficiente em energia”. Em visita à obra de concretagem da usina de Jirau, no Rio Madeira (RO), Lula defendeu a construção de hidrelétricas, inclusive a de Belo Monte, que será construída no Rio Xingu, no Pará, e enfrenta a oposição de ambientalistas e povos indígenas.
“Hoje já temos conhecimento suficiente para construir usinas sem fazer aqueles lagos muito grandes, sem precisar desmatar. (...) É possível ter um projeto de energia limpa, porque sem energia não tem desenvolvimento”, disse.
A usina de Jirau terá capacidade de 3.300 megawatts, sendo 1.975,3 megawatts médios de energia assegurada. O reservatório terá uma área de 258 km². Segundo Lula, a expectativa é de que parte da energia esteja disponível até março de 2012.
O presidente também comentou a descoberta de gás natural na bacia do Parnaíba, no Maranhão. Nesta quinta-feira (12), a OGX, companhia de petróleo e gás do grupo EBX, anunciou que encontrou gás no poço OGX-16, a uma profundidade de 1.654 metros. Nesta região, pelos cálculos do presidente da empresa, Eike Batista, há uma reserva entre 10 e 15 trilhões de pés cúbicos de gás natural.
“Estamos aperfeiçoado o conhecimento eólico, biogás. Vocês viram que ontem até no Maranhão descobrimos gás. Não se sabe ainda o total, mas o otimismo é exageradamente grande. Se fala de 12 a 15 trilhões [de pés cúbicos]”, disse Lula.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Concursos com inscrições abertas nesta segunda somam 10,6 mil vagas
Há cargos para todos os níveis de escolaridade.
Salários chegam a R$ 19.643,95 no Ministério Público de Rondônia.
Pelo menos 60 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (16) e reúnem 10.636 vagas para todos os níveis de escolaridade. O salário chega a R$ 19.643,95 no Ministério Público de Rondônia.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Pelo menos sete órgãos abrem as inscrições nesta segunda, são eles: Aeronáutica, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná, Conselho Regional de Medicina do Tocantins, Tribunal de Contas do Estado do Amapá, Prefeitura de Paraíba do Sul (RJ), Prefeitura de Uruguaiana (RS) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Salários chegam a R$ 19.643,95 no Ministério Público de Rondônia.
Pelo menos 60 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (16) e reúnem 10.636 vagas para todos os níveis de escolaridade. O salário chega a R$ 19.643,95 no Ministério Público de Rondônia.
Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Pelo menos sete órgãos abrem as inscrições nesta segunda, são eles: Aeronáutica, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná, Conselho Regional de Medicina do Tocantins, Tribunal de Contas do Estado do Amapá, Prefeitura de Paraíba do Sul (RJ), Prefeitura de Uruguaiana (RS) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Candidatos fazem debate morno e sem confrontos
O 1° debate na TV pela Rede Bandeirantes teve a participação de quatro candidatos à Presidência da República: José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio Arruda Sampaio (PSOL). O jornalista Ricardo Boechat mediou o encontro.
No evento, que começou às 22h15 e durou pouco mais de duas horas, o tucano José Serra teve mais disposição para criticar a sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff, mas na maior parte do tempo, o clima foi morno, com poucos enfrentamentos.
No primeiro bloco, todos os candidatos responderam qual problema atacarão primeiro se eleitos: segurança, educação ou saúde.
O primeiro a falar foi o candidato do PSOL. Plínio Arruda Sampaio fez um pequeno protesto e disse que a mídia teria esquecido os candidatos nanicos. Segundo o candidato, o PSOL atacaria os três problemas ao mesmo tempo "com coragem".
Marina Silva foi a segunda a falar. Para a candidata, saúde é um dos primeiros problemas a serem enfrentados. "A saúde não pode esperar nenhum momento". Silva falou dos brasileiros que sofrem em filas para serem atendidos e lembrou que já viveu este problema no Acre.
José Serra comparou a importância dessas questões a órgãos do corpo humano. "Saúde e segurança tem a ver com a vida, educação com o futuro". Serra disse que, se eleito, o governo federal vai combater o crime de forma abrangente, vai "acelerar" a saúde no Brasil criando centros de especialidades e vai criar o ProTec, um ProUni de nível técnico.
A última a falar, Dilma Rousseff, disse que é papel do governo atacar simultaneamente os "três pilares da política pública do Brasil". Se eleita, a candidata quer melhorar a qualidade de ensino dando ênfase ao problema do professor e vai complementar o SUS (Sistema Único de Saúde).
Em seguida os candidatos fizeram perguntas entre si. Serra pediu mais explicações sobre os projetos de governo da candidata do PT. Marina perguntou sobre a experiência de Serra enquanto oposição e situação, e lembrou que nenhum dos dois grandes partidos que se revezaram no poder nos últimos 16 anos conseguiram esquecer as divergências.
Plínio perguntou para Dilma sobre desmatamento e redução da jornada de trabalho. E Dilma questionou como Serra, se eleito, pretende manter a criação de empregos como fez o governo Lula, alegando que durante os 8 anos do governo FHC o número de empregos não foi equivalente ao do governo atual.
O candidato do PSDB pediu que a petista não pensasse em governar olhando para o retrovisor e lembrou que a situação econômica do país é diferente hoje da época do governo FHC.
Diversas vezes os candidatos estouraram o tempo e os microfones foram abaixados.
Candidatos perguntam para candidatos
No segundo e terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas uns aos outros. Marina questionou Plínio como acabar com a pobreza. O candidato do PSOL disse que quer distribuir a renda de forma "radical", diferente do que fizeram PT e PSDB, que segundo ele, concentraram renda.
Dilma pediu que Serra comentasse dois programas do governo Lula: o da indústria naval e o 'Luz para Todos'. Serra não fez objeções e disse que o país também precisa ter indústria de peças para navios, e não só importar. Quanto ao 'Luz para Todos', Serra considerou o programa positivo. "Se eu chegar lá, vou inclusive acelerá-lo", completou.
Mais disposto a 'bater' em Dilma, Serra questionou a diminuição do número de mutirões na área da saúde. Dilma respondeu que esta não deve ser uma política de saúde do governo, e disse que o governo não acabou com os mutirões, mas os descentralizou.
Plínio Arruda Sampaio perguntou a Dilma sobre seus gastos como 'mãe do PAC'. Dilma disse que o governo Lula fez a mais profunda reforma agrária do país.
Jornalistas perguntam para candidatos
No quarto bloco, os jornalistas Joelmir Beting e José Paulo de Andrade fizeram perguntas aos candidatos. A altíssima carga tributária e os juros brasileiros, um dos mais altos do mundo, foram questões levantadas a Dilma. Para a petista, os juros vão cair e o Brasil soube como sair da crise financeira global.
Serra foi perguntado sobre as privatizações do governo FHC. Ele citou petistas que já elogiaram as privatizações do governo anterior, mas complementou dizendo que quer reforçar a estatização de empresas que já são do governo, como os Correios. Dilma questionou os contratos de privatização durante a presidência do PSDB.
Marina foi perguntada sobre qual política ambiental planeja priorizar: aquecimento global ou saneamento básico. A candidata do PV respondeu que "tudo faz parte de uma mesma equação" e completou que a defesa da natureza é uma "luta generosa" porque integra toda a sociedade, já que todos precisam do meio ambiente, da mesma forma.
O candidato do PSOL respondeu porque é contra a usina de Belo Monte. Para ele, a obra tem um preço exorbitante e a transposição do rio São Francisco servirá ao agronegócio. Na opinião dele, o Nordeste já tem água suficiente.
Considerações finais
Serra disse que estava feliz, apesar de não ter sorrido muito durante o debate. "Concorrer à Presidência me emociona, já que vim de uma família modesta". O tucano fez uma rápida síntese da sua vida e disse que vai abrir oportunidades para os brasileiros.
Dilma agradeceu aos candidatos, falou de sua experiência durante o governo Lula e conquistas. "As mulheres deste país estão preparadas para serem presidentes da República e o Brasil está preparado para elas".
Marina Silva disse que espera que nestas eleições os candidatos possam "sem negar as conquistas alcançadas até agora, assumir que ainda há muito por fazer". E finalizou com um poema.
Plínio de Arruda Sampaio, que protestou diversas vezes durante o debate dizendo estar sendo discriminado, disse que queria expressar a vontade política do brasileiro, que também é discriminado: "Vamos arrebentar este muro que nos divide".
No evento, que começou às 22h15 e durou pouco mais de duas horas, o tucano José Serra teve mais disposição para criticar a sua principal adversária, a petista Dilma Rousseff, mas na maior parte do tempo, o clima foi morno, com poucos enfrentamentos.
No primeiro bloco, todos os candidatos responderam qual problema atacarão primeiro se eleitos: segurança, educação ou saúde.
O primeiro a falar foi o candidato do PSOL. Plínio Arruda Sampaio fez um pequeno protesto e disse que a mídia teria esquecido os candidatos nanicos. Segundo o candidato, o PSOL atacaria os três problemas ao mesmo tempo "com coragem".
Marina Silva foi a segunda a falar. Para a candidata, saúde é um dos primeiros problemas a serem enfrentados. "A saúde não pode esperar nenhum momento". Silva falou dos brasileiros que sofrem em filas para serem atendidos e lembrou que já viveu este problema no Acre.
José Serra comparou a importância dessas questões a órgãos do corpo humano. "Saúde e segurança tem a ver com a vida, educação com o futuro". Serra disse que, se eleito, o governo federal vai combater o crime de forma abrangente, vai "acelerar" a saúde no Brasil criando centros de especialidades e vai criar o ProTec, um ProUni de nível técnico.
A última a falar, Dilma Rousseff, disse que é papel do governo atacar simultaneamente os "três pilares da política pública do Brasil". Se eleita, a candidata quer melhorar a qualidade de ensino dando ênfase ao problema do professor e vai complementar o SUS (Sistema Único de Saúde).
Em seguida os candidatos fizeram perguntas entre si. Serra pediu mais explicações sobre os projetos de governo da candidata do PT. Marina perguntou sobre a experiência de Serra enquanto oposição e situação, e lembrou que nenhum dos dois grandes partidos que se revezaram no poder nos últimos 16 anos conseguiram esquecer as divergências.
Plínio perguntou para Dilma sobre desmatamento e redução da jornada de trabalho. E Dilma questionou como Serra, se eleito, pretende manter a criação de empregos como fez o governo Lula, alegando que durante os 8 anos do governo FHC o número de empregos não foi equivalente ao do governo atual.
O candidato do PSDB pediu que a petista não pensasse em governar olhando para o retrovisor e lembrou que a situação econômica do país é diferente hoje da época do governo FHC.
Diversas vezes os candidatos estouraram o tempo e os microfones foram abaixados.
Candidatos perguntam para candidatos
No segundo e terceiro blocos, os candidatos fizeram perguntas uns aos outros. Marina questionou Plínio como acabar com a pobreza. O candidato do PSOL disse que quer distribuir a renda de forma "radical", diferente do que fizeram PT e PSDB, que segundo ele, concentraram renda.
Dilma pediu que Serra comentasse dois programas do governo Lula: o da indústria naval e o 'Luz para Todos'. Serra não fez objeções e disse que o país também precisa ter indústria de peças para navios, e não só importar. Quanto ao 'Luz para Todos', Serra considerou o programa positivo. "Se eu chegar lá, vou inclusive acelerá-lo", completou.
Mais disposto a 'bater' em Dilma, Serra questionou a diminuição do número de mutirões na área da saúde. Dilma respondeu que esta não deve ser uma política de saúde do governo, e disse que o governo não acabou com os mutirões, mas os descentralizou.
Plínio Arruda Sampaio perguntou a Dilma sobre seus gastos como 'mãe do PAC'. Dilma disse que o governo Lula fez a mais profunda reforma agrária do país.
Jornalistas perguntam para candidatos
No quarto bloco, os jornalistas Joelmir Beting e José Paulo de Andrade fizeram perguntas aos candidatos. A altíssima carga tributária e os juros brasileiros, um dos mais altos do mundo, foram questões levantadas a Dilma. Para a petista, os juros vão cair e o Brasil soube como sair da crise financeira global.
Serra foi perguntado sobre as privatizações do governo FHC. Ele citou petistas que já elogiaram as privatizações do governo anterior, mas complementou dizendo que quer reforçar a estatização de empresas que já são do governo, como os Correios. Dilma questionou os contratos de privatização durante a presidência do PSDB.
Marina foi perguntada sobre qual política ambiental planeja priorizar: aquecimento global ou saneamento básico. A candidata do PV respondeu que "tudo faz parte de uma mesma equação" e completou que a defesa da natureza é uma "luta generosa" porque integra toda a sociedade, já que todos precisam do meio ambiente, da mesma forma.
O candidato do PSOL respondeu porque é contra a usina de Belo Monte. Para ele, a obra tem um preço exorbitante e a transposição do rio São Francisco servirá ao agronegócio. Na opinião dele, o Nordeste já tem água suficiente.
Considerações finais
Serra disse que estava feliz, apesar de não ter sorrido muito durante o debate. "Concorrer à Presidência me emociona, já que vim de uma família modesta". O tucano fez uma rápida síntese da sua vida e disse que vai abrir oportunidades para os brasileiros.
Dilma agradeceu aos candidatos, falou de sua experiência durante o governo Lula e conquistas. "As mulheres deste país estão preparadas para serem presidentes da República e o Brasil está preparado para elas".
Marina Silva disse que espera que nestas eleições os candidatos possam "sem negar as conquistas alcançadas até agora, assumir que ainda há muito por fazer". E finalizou com um poema.
Plínio de Arruda Sampaio, que protestou diversas vezes durante o debate dizendo estar sendo discriminado, disse que queria expressar a vontade política do brasileiro, que também é discriminado: "Vamos arrebentar este muro que nos divide".
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Maioria do eleitorado tem baixa escolaridade
Pessoas com ensino superior completo são minoria no eleitorado brasileiro.
Brasília - Mais da metade do eleitorado brasileiro (53,56%) são pessoas com nenhum ou pouco nível escolar: 33,09% têm primeiro grau incompleto, 14,57% apenas leem e escrevem e 5,9% são analfabetos.
Os dados do eleitorado divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que a Região Nordeste tem o maior número de eleitores analfabetos,11,05%. Os que apenas leem e escrevem – chamados de analfabetos funcionais - são 24,19% dos eleitores. Em segundo lugar, está a Região Norte, com 8% de analfabetos e 18,29% de pessoas que leem e escrevem. A Região Sul é a que apresenta o menor índice de analfabetos e analfabetos funcionais, mas tem o maior número de pessoas com o ensino fundamental incompleto, 36,36%.
As pessoas com ensino superior completo são minoria no eleitorado brasileiro. O Sudeste é a região em que essa parcela da população aparece em maior número, 4,9%, seguida do Centro-Oeste, com 4,39%. Entre os eleitores que ainda não concluíram o ensino superior, a maioria está na Região Sul, 3,82%. Em segundo lugar, vem a Região Centro-Oeste, 3,38%.
Os números, no entanto, são inversos quando se analisa o nível de escolaridade dos 200 mil eleitores que votam no exterior, 31,16% têm nível superior completo e 13,88% ainda estão cursando faculdade ou universidade. Apenas 0,12% se registrou como analfabeto, 1,86% como analfabetos funcionais e 7,75% têm primeiro grau incompleto.
A Constituição brasileira determina o voto facultativo para os analfabetos – pessoas que não sabem ler nem escrever. Entretanto, elas são inelegíveis, não podem ser candidatos a cargos eletivos.
Os dados do TSE, no entanto, por não serem atualizados, não refletem a situação de hoje do grau de instrução do eleitor, que pode ter mudado depois dele estar de posse do título.
Brasília - Mais da metade do eleitorado brasileiro (53,56%) são pessoas com nenhum ou pouco nível escolar: 33,09% têm primeiro grau incompleto, 14,57% apenas leem e escrevem e 5,9% são analfabetos.
Os dados do eleitorado divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que a Região Nordeste tem o maior número de eleitores analfabetos,11,05%. Os que apenas leem e escrevem – chamados de analfabetos funcionais - são 24,19% dos eleitores. Em segundo lugar, está a Região Norte, com 8% de analfabetos e 18,29% de pessoas que leem e escrevem. A Região Sul é a que apresenta o menor índice de analfabetos e analfabetos funcionais, mas tem o maior número de pessoas com o ensino fundamental incompleto, 36,36%.
As pessoas com ensino superior completo são minoria no eleitorado brasileiro. O Sudeste é a região em que essa parcela da população aparece em maior número, 4,9%, seguida do Centro-Oeste, com 4,39%. Entre os eleitores que ainda não concluíram o ensino superior, a maioria está na Região Sul, 3,82%. Em segundo lugar, vem a Região Centro-Oeste, 3,38%.
Os números, no entanto, são inversos quando se analisa o nível de escolaridade dos 200 mil eleitores que votam no exterior, 31,16% têm nível superior completo e 13,88% ainda estão cursando faculdade ou universidade. Apenas 0,12% se registrou como analfabeto, 1,86% como analfabetos funcionais e 7,75% têm primeiro grau incompleto.
A Constituição brasileira determina o voto facultativo para os analfabetos – pessoas que não sabem ler nem escrever. Entretanto, elas são inelegíveis, não podem ser candidatos a cargos eletivos.
Os dados do TSE, no entanto, por não serem atualizados, não refletem a situação de hoje do grau de instrução do eleitor, que pode ter mudado depois dele estar de posse do título.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Inflação oficial não varia em junho e é a menor desde 2006, diz IBGE
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice oficial de inflação do país, não registrou variação em junho o resultado é menor do que o de maio, quando o IPCA registrou inflação de 0,43%, informou nesta quarta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o instituto, esse foi o IPCA mensal mais baixo registrado desde junho de 2006, quando houve deflação de 0,21%. No ano, o índice acumula alta de 3,09% e, nos últimos 12 meses, a taxa ficou em 4,84%.
O IPCA é usado como referência pelo Banco Central para estabelecer metas de variação de preços no país.
Alimentos
Contribuíram para a desaceleração do índice em junho os alimentos, cuja variação passou de 0,28% para -0,90% de um mês para o outro. Um dos destaques foi a batata inglesa, que teve queda de 23,97% nos preços. Poucos alimentos ficaram mais caros - um exemplo é o feijão, que passou de 1,15% em maio para 0,80% em junho, e do feijão carioca, que foi de 12,96% para 2,47%.
O grupo alimentação e bebidas teve contribuição de -0,20 ponto percentual, enquanto havia representado 0,06 ponto percentual em maio. Houve queda para os alimentos em todas as regiões pesquisadas, de acordo com o IBGE.
Não alimentícios
Além dos alimentos, os itens não alimentícios também influenciaram a desaceleração, indo de 0,48% em maio para 0,27% em junho.
O grupo transporte, por exemplo, teve variação negativa de 0,21%. Outros itens mostraram menores aumentos de preços de maio para junho, como energia elétrica (de 1,23% para 0,01%), condomínio (de 1,17% para 0,68%) e do grupo vestuário (de 0,91% para 0,58%).
INPC
Para as famílias de baixa renda, a inflação ficou menor de maio para junho. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referente às famílias com renda de um a seis salários mínimos, teve recuou de 0,11% - abaixo do resultado de 0,43% de maio.
Segundo o IBGE, esse é o menor INPC desde junho de 2005, quando também havia sido registrada “deflação” de 0,11%.
O índice acumulado no primeiro semestre do ano ficou em 3,38% - acima da taxa relativa a igual período de 2009 (2,75%). Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,76%, abaixo dos 5,31% referente aos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2009 o INPC havia sido de 0,42%
Segundo o instituto, esse foi o IPCA mensal mais baixo registrado desde junho de 2006, quando houve deflação de 0,21%. No ano, o índice acumula alta de 3,09% e, nos últimos 12 meses, a taxa ficou em 4,84%.
O IPCA é usado como referência pelo Banco Central para estabelecer metas de variação de preços no país.
Alimentos
Contribuíram para a desaceleração do índice em junho os alimentos, cuja variação passou de 0,28% para -0,90% de um mês para o outro. Um dos destaques foi a batata inglesa, que teve queda de 23,97% nos preços. Poucos alimentos ficaram mais caros - um exemplo é o feijão, que passou de 1,15% em maio para 0,80% em junho, e do feijão carioca, que foi de 12,96% para 2,47%.
O grupo alimentação e bebidas teve contribuição de -0,20 ponto percentual, enquanto havia representado 0,06 ponto percentual em maio. Houve queda para os alimentos em todas as regiões pesquisadas, de acordo com o IBGE.
Não alimentícios
Além dos alimentos, os itens não alimentícios também influenciaram a desaceleração, indo de 0,48% em maio para 0,27% em junho.
O grupo transporte, por exemplo, teve variação negativa de 0,21%. Outros itens mostraram menores aumentos de preços de maio para junho, como energia elétrica (de 1,23% para 0,01%), condomínio (de 1,17% para 0,68%) e do grupo vestuário (de 0,91% para 0,58%).
INPC
Para as famílias de baixa renda, a inflação ficou menor de maio para junho. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), referente às famílias com renda de um a seis salários mínimos, teve recuou de 0,11% - abaixo do resultado de 0,43% de maio.
Segundo o IBGE, esse é o menor INPC desde junho de 2005, quando também havia sido registrada “deflação” de 0,11%.
O índice acumulado no primeiro semestre do ano ficou em 3,38% - acima da taxa relativa a igual período de 2009 (2,75%). Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,76%, abaixo dos 5,31% referente aos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2009 o INPC havia sido de 0,42%
quinta-feira, 1 de julho de 2010
AS 13 MELHORES DO 5º FESTIVAL FOLCLÓRICO ANANIN
A CERIMÔNIA DE PRÊMIAÇÃO SERÁ DIA 05/08/2010, 18:h NA CÂMARA MUNICIPAL (qualquer modificação será públicado aqui)
QUADRILHA MALUCA
VICE CAMPEÃ-CHUPA PEPETA LEGAL Curuçambá, prêmio de 200,00
CAMPEÃ-VIADAGEM NA ROÇA Guajará, prêmio de 300,00 e troféu
QUADRILHA MIRIM
3º LUGAR Coração Junino Águas Lindas, prêmio de 200,00
VICE CAMPEÃ Coração Junino Centro, prêmio de 300,00
CAMPEÃ Os Mirins Juninos Águas Lindas, prêmio de 500,00 e troféu
QUADRILHA ADULTO
8º COLOCADO Xodó de um Caipira Distrito--prêmio de 500,00 e Certificado
7º COLOCADO Explosão dos Caipiras Curuçambá--prêmio de 500,00 e Certificado
6º COLOCADO Palmeiras do Açaí Aguas Linda--prêmio de 500,00 e Certificados
5º COLOCADO Encanto Paraense Mario Covas--prêmio de 500,00 e Certificado
4º COLOCADO Os Caipiras Una--prêmio de 500,00 e Certificado
3º COLOCADO Revolução Junina Park Anne--prêmio de 700,00 e Certificado
VICE-CAMPEÃ Tropicaliente Guajara--prêmio de 1.000,00 e Certificado
CAMPEÃ Sensação cabra da peste Curuçambá--prêmio de 2.000,00 e troféu
QUADRILHA MALUCA
VICE CAMPEÃ-CHUPA PEPETA LEGAL Curuçambá, prêmio de 200,00
CAMPEÃ-VIADAGEM NA ROÇA Guajará, prêmio de 300,00 e troféu
QUADRILHA MIRIM
3º LUGAR Coração Junino Águas Lindas, prêmio de 200,00
VICE CAMPEÃ Coração Junino Centro, prêmio de 300,00
CAMPEÃ Os Mirins Juninos Águas Lindas, prêmio de 500,00 e troféu
QUADRILHA ADULTO
8º COLOCADO Xodó de um Caipira Distrito--prêmio de 500,00 e Certificado
7º COLOCADO Explosão dos Caipiras Curuçambá--prêmio de 500,00 e Certificado
6º COLOCADO Palmeiras do Açaí Aguas Linda--prêmio de 500,00 e Certificados
5º COLOCADO Encanto Paraense Mario Covas--prêmio de 500,00 e Certificado
4º COLOCADO Os Caipiras Una--prêmio de 500,00 e Certificado
3º COLOCADO Revolução Junina Park Anne--prêmio de 700,00 e Certificado
VICE-CAMPEÃ Tropicaliente Guajara--prêmio de 1.000,00 e Certificado
CAMPEÃ Sensação cabra da peste Curuçambá--prêmio de 2.000,00 e troféu
5º FESTIVAL FOLCLÓRICO NO CURUÇAMBÁ CLASSIFICAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO PARA A GRANDE FINAL
POLO CURUÇAMBÁ
MISS MIRIM.
1ª ADDRIELE PAIXÃO
2ª JAQUELINE LOPES
3ª HIORHANA CRISTINE
4ª GABRIELA
5ª LIVIA RAFAELY
6ª BRENDA
7ª REBECA BEATRIZ
QUADRILHA MALUCA
1ª CHUPA PEPETA LEGAL
QUADRILHA MIRIM
1ª SÃO JOÃO EVANGELISTA (paar)
2ª ESTRELA DO ANANIN (Distrito)
MISS ADULTO
1ª BRENDA
2ª RAYANY SILVA
3ª PÂMELA
4ª DANIELA PEREIRA
5ª JESSICA BIANCA
6ª SUELEM KARINA
7ª ADRIA MILENA
QUADRILHA ADULTO
1ª EXPLOSÃO CAIPIRA
2ª ESSENCIA TROPICAL
MISS CAITIRA GAY
1ª CLARA MELISSA
2ª SHAYANE
3ª RAISSA
POLO CURUÇAMBÁ
MISS MIRIM.
1ª ADDRIELE PAIXÃO
2ª JAQUELINE LOPES
3ª HIORHANA CRISTINE
4ª GABRIELA
5ª LIVIA RAFAELY
6ª BRENDA
7ª REBECA BEATRIZ
QUADRILHA MALUCA
1ª CHUPA PEPETA LEGAL
QUADRILHA MIRIM
1ª SÃO JOÃO EVANGELISTA (paar)
2ª ESTRELA DO ANANIN (Distrito)
MISS ADULTO
1ª BRENDA
2ª RAYANY SILVA
3ª PÂMELA
4ª DANIELA PEREIRA
5ª JESSICA BIANCA
6ª SUELEM KARINA
7ª ADRIA MILENA
QUADRILHA ADULTO
1ª EXPLOSÃO CAIPIRA
2ª ESSENCIA TROPICAL
MISS CAITIRA GAY
1ª CLARA MELISSA
2ª SHAYANE
3ª RAISSA
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